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PACIENTES COM DIABETES POSSUEM MAIS CHANCES DE DESENVOLVER MAU HÁLITO

A saúde do nosso corpo está toda interligada e, por isso, muitas vezes, ao desenvolver uma doença específica, ela pode afetar o corpo de outras formas. O diabetes, por exemplo, é uma síndrome metabólica que eleva os níveis de glicose no sangue. Dentre os seus sintomas podemos destacar sede intensa e a necessidade de urinar de forma mais frequente. Contudo, para além desses sintomas comuns ao quadro, é possível que o paciente perceba impactos também na sua saúde bucal. Nós explicamos para você como isso acontece, e o que deve ser feito para solucionar esses casos.


PACIENTES COM DIABETES PRECISAM TER ATENÇÃO REDOBRADA À SAÚDE BUCAL

A doença influencia e modifica a saúde bucal apenas em quem apresenta diabetes descompensada, ou seja, que não está sendo controlada. Se o paciente não conseguir compensar o nível de glicose no sangue existe a possibilidade de xerostomia, que é a secura bucal, prejudicando a quantidade de saliva circulante. Essa situação pode provocar lesões na mucosa e aumentar o risco de desenvolvimento de doenças periodontais e cárie, por exemplo.

Foto: Google Imagens

QUEM TEM DIABETES APRESENTA MAIS CHANCES DE TER MAU HÁLITO?

Sim, a chance de se desenvolver mau hálito pode se tornar maior quando a pessoa tem diabetes. Isso acontece pela possibilidade de produção de corpos cetônicos liberados em níveis altos de glicose e pela falta de insulina. As cetonas são uma substância química de odor característico produzida pelo corpo quando, devido a uma falta de insulina, este não é capaz de usar a glicose como fonte de energia, e em vez disso começa a utilizar a gordura. Quando ocorre essa liberação de corpos cetônicos, portanto, o mau hálito aparece como um sinal característico do paciente diabético descompensado.


COMO É FEITO O TRATAMENTO DO MAU HÁLITO EM PESSOAS COM DIABETES?

Nesses casos, o tratamento deverá ser feito de forma particular. Tendo em vista as inúmeras particularidades do paciente diabético, o mesmo é considerado paciente especial, e necessita cuidados na consulta de rotina, medicação, anestesia e controle no que diz respeito ao tratamento odontológico. Ela ainda esclarece que o cirurgião-dentista também é responsável pela qualidade de vida, prevenção em relação às complicações da doença e compensação da glicemia do paciente diabético, quando necessário.


ALÉM DO MAU HÁLITO, O DIABÉTICO PODE SER MAIS PROPENSO A OUTRAS DOENÇAS BUCAIS

O mau hálito não é o único problema bucal que se relaciona diretamente com o diabetes. Além dele, paciente pode ter alterações nas glândulas salivares, na flora bucal, desenvolvendo candidíase, e no epitélio gengival, resultando em gengivite descamativa. Ele ainda pode apresentar alterações nas fibras de ligamento gengival, resultando em periodontite, no tecido ósseo e no fluido sulcular, causando gengivite.

___________________________ Fonte: Sorrisologia


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